
De olho nos blocos e festas de rua, a Pipa Drinks chega ao Carnaval de 2026 como forte candidata a se tornar a bebida oficial da folia brasiliense. A marca projeta movimentar mais de R$ 1,2 milhão em vendas de drinks autorais durante o período, com presença ampliada em ruas, blocos, bares e eventos espalhados pelo Distrito Federal.
A operação prevê mais de 30 pontos oficiais de venda e outros cerca de 70 locais parceiros distribuídos pela cidade. O número marca o terceiro ano da empresa na maior festa popular do país e representa uma expectativa de crescimento superior a 500% em relação ao último Carnaval.
Para dar conta da demanda, a marca estruturou uma estratégia focada no consumo coletivo, tendo o litrão como principal aposta. “Esse formato virou símbolo da experiência compartilhada. Para o Carnaval 2026, a previsão é produzir 50 mil litros de drink, cinco vezes mais do que no ano passado”, afirma João Pires, sócio-fundador da Pipa Drinks. Segundo ele, a parceria com ambulantes do DF será fundamental para garantir que o produto esteja acessível ao público, com preço tabelado e sempre bem gelado ao longo dos blocos.
Além das ruas, a Pipa Drinks também estará presente em pontos estratégicos da cidade, como a Babilônia (206 Norte), e em casas de festa já conhecidas do público. No E.X.T.E.R.N.A, os drinks continuam sendo servidos nos TAPs, enquanto bares como Espelunca e Birosca apostam nos litrões e em combos pensados especialmente para grupos que circulam juntos durante a folia.

A proposta da marca para o Carnaval 2026 é traduzir o espírito irreverente que marca o DNA da rede de bares. Com receitas exclusivas, volumes generosos e preços acessíveis, a Pipa mantém o compromisso com a qualidade premium. A marca é um dos braços da Méric, produtora brasiliense de gin e vodka com reconhecimento internacional. As bebidas são elaboradas com concentrados de sucos naturais e extratos desenvolvidos especificamente para cada receita.
Para a folia, o cardápio reúne sabores já conhecidos do público, disponíveis em litrões e em latas de 355 ml, como Nugrau (vodka Méric, mate natural, jambu e gengibre), Maragin (gin Méric, maracujá e gengibre), Vampirão (spritz de limão com vodka Méric) e Lovezinho (spritz de melancia, vodka Méric e limão).
A grande novidade da temporada é o Mangaloca, sabor inédito que estreia exclusivamente no formato litrão. A receita combina manga, maçã, limão, gengibre, sal e gin Méric. Já aprovado nos bares da rede, o drink chega agora às ruas como aposta para o Carnaval.

Pensando em inclusão, a marca também oferece uma opção sem álcool. O Dibas, versão não alcoólica do Nugrau, surge como alternativa refrescante para quem prefere aproveitar a festa sem consumir bebida alcoólica.
Apesar de ser um Ready to Drink vendido gelado, o Pipa Drinks foi desenvolvido para ser servido no copo com gelo. Por isso, em todos os pontos de venda, dos ambulantes aos bares e festas, a proposta é garantir a melhor experiência de consumo ao folião.
A estratégia ousada é respaldada pelos números. Em três anos de atuação, a Pipa já comercializou mais de um milhão de drinks apenas em Brasília, consolidando-se entre o público jovem, que tem migrado da cerveja para os RTDs em encontros informais. O bar físico também se firmou como ponto de encontro simbólico. “O Pipa é a casa de todo mundo”, resume o conceito da marca.
Inspirada em movimentos bem-sucedidos de outras capitais, a empresa aposta no orgulho local para criar identificação com o público brasiliense. “Queremos ser a bebida oficial de Brasília. Aqui, não existe ninguém fazendo o que fazemos. Somos os únicos no segmento de Ready to Drink na capital, um mercado que cresce rapidamente”, afirma Lucas Tobias, também sócio-fundador.

Atualmente, a marca conta com quatro bares no Distrito Federal, Asa Norte, Águas Claras, Ceilândia e Guará, e mantém operações em Goiânia e na Chapada dos Veadeiros. Em março, a empresa completa três anos de atuação, mantendo forte conexão com o público jovem. “Chegou a hora de assumir essa bandeira: somos a bebida com a cara da capital federal”, reforça João Pires.
A trajetória no Carnaval acompanha essa filosofia. Em sua estreia, a operação foi quase artesanal, com apenas 500 unidades das chamadas Pipinhas, envasadas manualmente. No ano seguinte, a produção ganhou escala industrial, com latas, litrões e uma presença mais robusta nas ruas. O resultado foi expressivo: 15 mil latas e 3 mil garrafas vendidas apenas durante a folia.
Para 2026, o objetivo vai além dos números. A ideia é construir memória afetiva e tradição. “Daqui a dez anos, queremos ouvir alguém dizer que esteve nesse começo, quando o Pipa ainda era na garrafinha”, brinca João Pires. Pelo ritmo de crescimento da marca, essa história já começou a ser escrita, e brindada, nas ruas de Brasília.





