
Brasília recebeu nesta semana um dos lançamentos mais aguardados do calendário do vinho: a safra Almaviva 2023. O evento aconteceu na Churrascaria Fogo de Chão e contou com a presença do enólogo francês Michel Friou, responsável por traduzir na taça todo o potencial do terroir de Puente Alto, onde estão localizadas no Chile os vinhedos do Almaviva. Jornalistas e formadores de opinião da cidade tiveram acesso a uma degustação exclusiva organizada por Cris Neves.
Almaviva na Place de Bordeaux
Apresentada oficialmente na Place de Bordeaux, a safra 2023 reforça a inserção do Almaviva no seleto circuito dos grandes vinhos do mundo. Apesar da estreia internacional, o rótulo só deve chegar ao mercado brasileiro em 2026, o que tornou a experiência em Brasília ainda mais rara e especial.
Safras degustadas: 2023, 2018 e 2013

O evento foi marcado por uma vertical que permitiu aos convidados degustar três diferentes momentos da história de Almaviva. Abaixo a minha impressão sobre cada um deles:
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Almaviva 2023 – Muito jovem e bem vibrante apresentou notas de frutas vermelhas, especiarias com taninos firmes, com uma acidez que promete longevidade. Um vinho, com certeza, bastante promissor. Como bem resumiu Michel Friou, seu criador “Fruto de um clima quente, mas fiel ao terroir de Puente Alto”. 74% Cab. Sauvignon, 19% Carmenere, 5% Cab. Franc e 2% Petit Verdot
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Almaviva 2018 – Bem intenso, trouxe aromas de cassis, ameixa e toques de cedro. Frescor evidente, com taninos firmes e boa acidez que também indicam vida longa em garrafa. . 72% Cab. Sauvignon, 19% Carmenere, 6% Cab. Franc e 3% Petit Verdot
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Almaviva 2013 – Em plena maturidade, exibiu complexidade aromática com notas de charuto, couro e frutos negros e vermelhos misturados com frutos secos, toque de café e terra além de uma textura sedosa e elegante, revelando o quanto é maravilhoso um Almaviva bem envelhecido. . 72% Cab. Sauvignon, 19% Carmenere, 6% Cab. Franc e 2% Petit Verdot
EPU 2021 – o segundo vinho da casa

Além da vertical, também foi degustado o EPU 2021, segunda marca de Almaviva. Produzido a partir das mesmas vinhas, mas com estilo mais acessível, o rótulo mostrou frescor, frutas maduras e taninos macios, com um dulçor no retrogosto. Também mantém o DNA do terroir de Puente Alto em uma versão mais convidativa e pronta para ser apreciada desde já.
Um brinde exclusivo

Conduzida por Michel Friou, o evento destacou não apenas a excelência das safras degustadas, mas também o papel de Brasília como cenário de encontros para celebrar vinhos icônicos, como o Almaviva. Sem dúvida, uma grande honra participar deste momento.
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