
Muito antes de se consolidar como a maior festa popular do Brasil, o Carnaval já se manifestava em celebrações da Antiguidade dedicadas a Baco, na cultura romana, e a Dionísio, na tradição grega. Associadas ao vinho, à colheita das uvas, à transformação da bebida, aos excessos criativos, ao teatro e à quebra temporária das convenções sociais, essas divindades inspiraram rituais marcados por música, dança, máscaras e consumo coletivo de vinho, elementos que ajudaram a moldar simbolicamente o que hoje se conhece como Carnaval.
Nas bacanais romanas e nas festas dionisíacas, o vinho ocupava papel central como símbolo de vida, abundância e alegria compartilhada. A suspensão momentânea das regras sociais, a inversão de papéis e a liberdade de expressão eram parte essencial dessas celebrações, um legado que atravessou séculos e permanece vivo no espírito da folia carnavalesca contemporânea.

Essa relação histórica entre vinho e Carnaval ganha uma leitura atual com o Perrito, rótulo brasileiro idealizado pelo wine hunter Vicente Jorge, fundador da Enclos Vinhos. Criado a partir de uma história afetiva ligada à celebração, à convivência e aos momentos felizes, o vinho dialoga diretamente com os valores que sempre acompanharam o Carnaval. O nome e o conceito homenageiam Marquinhos, o pet da família e cachorro de Bruna, filha de Vicente, reforçando a proposta de um vinho pensado para brindar a alegria do encontro.
Versátil e acessível, o Perrito chega ao mercado em três versões, tinto, rosé e branco, adequadas a diferentes estilos de consumo durante os dias de festa. Os rótulos rosé e branco pedem serviço bem gelado, ideais para o calor do verão e para acompanhar o ritmo intenso da folia. Já o tinto se adapta a propostas mais refrescantes, como sangrias e preparações com frutas e gelo, ampliando suas possibilidades à mesa.
Com perfil democrático e bom custo-benefício, o Perrito transita com facilidade entre diferentes ambientes, públicos e celebrações. Assim como o próprio Carnaval, o vinho convida a brindar a convivência, a leveza e o prazer de celebrar, valores que acompanham a história do vinho desde as primeiras festas dedicadas a Baco e Dionísio.
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